Criticado, Juninho recebe respaldo tático no Náutico: "Faz o jogo sujo"
Em 49 jogos pela Ferroviária no ano passado, o jogador marcou 10 gols e deu sete assistências. Em 2026, iniciou como titular em duas partidas pelo Náutico no Pernambucano, fez um gol, e depois seguiu como opção no banco até o fim do Estadual.
Na Série B, retomou a titularidade e entrou de frente nos três jogos disputados pelo Timbu. Acabou substituído no segundo tempo em todos - nos dois últimos, por Victor Andrade, que mudou a história das partidas, sendo um dos responsáveis diretos pelas vitórias sobre Atlético-GO e Ponte Preta.
Segundo o treinador, o papel exercido por Juninho exige alto nível físico e entrega tática, fatores que têm sido cumpridos.
- O atleta que entra jogando é totalmente diferente do atleta que entra no decorrer do jogo, principalmente nas nossas equipes. O nível de exigência físico é muito alto. Ele é um dos atletas que roda mais alto.
Guilherme dos Anjos também admitiu que tem faltado maior agressividade ofensiva ao atleta, mas destacou o impacto coletivo a a confiança na evolução.
Não está tendo aquele ímpeto muito agressivo do atacante. Que a gente viu, por exemplo, no jogo passado (contra o Atlético-GO), que a gente viu nesse jogo (contra a Ponte Preta), mas existe uma diferença muito grande entre iniciar um jogo e depois de colocar a intensidade que a gente colocou mais uma vez no adversário.
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