O que esperar de Régis no Santa Cruz? Veja análises dos últimos anos do meia
Para responder essas e outras perguntas, reunimos depoimentos de jornalistas do ge que acompanharam de perto as passagens de Régis por Guarani, Goiás e Remo, últimos clubes do jogador.
A passagem no Remo
Contratado em abril de 2025 para a disputa da Série B, Régis atuou em 17 jogos pelo Remo, oscilando na equipe que conquistou o acesso à Série A.
O meia demonstrou qualidade, mas a questão física foi algo que chamou atenção negativamente, pois teve pouca intensidade e caiu de rendimento.
- É aquele meia habilidoso, tem bom drible, passe e visão de jogo. Contudo, toda essa qualidade pode ser vista por cerca de 30 minutos e em jogos esporádicos. No Remo, empolgou a torcida no início, mas logo foi caindo no esquecimento devido a condição física dele, que não consegue ficar disponível por toda temporada e apresenta pouca intensidade quando está. Ele não conseguiu atuar por 90 minutos em nenhum dos 17 jogos que fez pelo Leão em 2025 - disse o jornalista Nicksson Melo, do ge Pará.
A passagem no Goiás
Anunciado pelo Goiás em 2024, na expectativa de ser protagonista na condução do time para o acesso, Régis não conseguiu deslanchar no Esmeraldino.
Ele permaneceu no clube até abril do ano passado, quando se transferiu para o Remo. Ao todo, foram 27 partidas, com um gol e duas assistências. A questão física, assim como no clube paraense, também pesou.
- Régis foi contratado para ser o “cara” do acesso do Goiás em 2024, mas nunca deslanchou. O meia sofreu com pequenas e recorrentes lesões musculares e não conseguiu ter sequência em campo. Ao todo, ele disputou apenas 27 jogos pelo Verdão e fez somente um gol, na Copa Verde do ano passado. Régis tinha contrato até o fim de 2025, mas rescindiu precocemente - avalia Fernando Vasconcelos, do ge Goiás.
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