o sentimento do vestiário do Santa Cruz pós goleada e o futuro de Marcelo Cabo

 

o sentimento do vestiário do Santa Cruz pós goleada e o futuro de Marcelo Cabo


As consequências do 4 a 0 sofrido para o Náutico no clássico ainda serão sentidas no Santa Cruz. Elas foram, é verdade, motivo de discussão acalorada entre os atletas após o fim da partida, mas só nesta segunda-feira, em reunião com a diretoria, que os rumos do clube terão um norte.

Em pauta, o assunto principal: a continuidade do técnico Marcelo Cabo, alvo de contestações muitas dos tricolores. Antes mesmo até da goleada para o rival, em casa, no último domingo.


  • Com o fim do clássico, os atletas deram o recado no vestiário: gostam de Cabo e defendem a permanência do treinador. O grupo, aliás, entende que precisa assumir mais as responsabilidades para a razão do mau desempenho não cair só nas costas do comandante;
  • A diretoria não discutiu demissão em nenhum momento pós jogo, embora respeite a posição do elenco. Só não será o voto do grupo de atletas, contudo, a determinar o "fico" ou não do técnico;
  • Diferentemente do que se especulou nas redes, Marcelo Cabo não entregou o cargo. Houve cobrança, sim, de rendimento no vestiário. Além de certo tom de "injustiça" no discurso pela atuação do árbitro Rodrigo Pereira;
  • Todos têm ciência de que precisam dar resposta para já, diante do Jaguar. Não bastará jogar e vencer, mas jogar bem e vencer bem;
  • Para tal, a gestão do clube precisa honrar com os salários para assim discutir mudança de atitude. Os atletas cobraram da direção, com veemência, o pagamento de salários (imagem de dezembro de 2025, CLT e imagem de janeiro, 13º e férias). A situação chegou no limite;
  • A sobrevida de Marcelo Cabo ensaia estar "datada" para até quarta-feira, data do jogo com o Jaguar, mas a diretoria se reunirá nesta segunda para debater concretamente o futuro do técnico. Não é descartada, neste momento, uma saída;
  • E não só a saída do treinador, mas mexidas no elenco. Se reconhece internamente (de antes do clássico) que a construção do plantel foi deficitária. A possibilidade de saídas é real.

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